Tom Clancy’s Ghost Recon Advanced Warfighter 2 -Parte I

Na sequela do GRAW a UbiSoft lançou o GRAW2. Com melhoramentos a vários níveis, o mais evidente logo de início é a possibilidade de controlar os restantes soldados do grupo Ghost enviando ordens para todo o grupo ou individualizando cada um dos soldados. Simultaneamente é possível controlar um mini-helicóptero que possui uma câmara vídeo incorporada. Com este é possível ter uma visão aérea da zona onde se pretende intervir, facilitando a escolha do plano de ataque e selecção de alvos.
No nível normal de AI é inicialmente muito fácil de abater os alvos pretendidos, embora seja de supor que a dificuldade seja progressiva com o evoluir dos cenários. No entanto será sempre possível optar por níveis de dificuldade acrescida.
Mas mesmo neste primeiro nível os soldados AI procuram reposicionar-se e esquivar-se de forma a dificultarem-nos a vida, como pormenores como mergulharem para zona de cobertura na tentativa de evitares os nossos disparos.
Os soldados Ghost mostram uma boa iniciativa, sendo capazes de dar cobertura e seleccionar e atacar os alvos mais críticos, sem que tal implique a emissão de ordens de forma contínua.
O nosso soldado mostra algumas limitações de movimento, não sendo possível ultrapassar pequenos obstáculos, que nos obrigam, por vezes, a ter que efectuar percursos de vários metros para poder os poder transpor. Também não foi possível subir a torres de vigia o que daria uma visão panorâmica privilegiada em diversas situações.
Em termos gráficos nota-se uma melhoria face ao GRAW inicial mas embora o ambiente seja visualmente cativante denota algum distanciamento relativamente aos FPS a serem lançados brevemente. Temos disponíveis efeitos HDR, boa volumetria de explosões e fumo e embora a palete de cores utilizada seja um pouco monocromática os gráficos não decepcionam ainda que também não sejam referenciais.
A performance gráfica está também ela em muito bom nível. Com todas as opções no máximo dos settings, a resolução a 1680x1050, 4x Antia-Aliasing e 16xAnisotropic, com a frame rate mantem uma solidez muito boa, oscilando entre as 70 e as 80 frames, indo, com alguma frequência, para valores superiores.
Os efeitos sonoros também se mostram bem conseguidos mas nota-se a falta de efeitos DSP que, certamente, aumentariam a envolvência nas situações de maior acção.
Embora este primeiro contacto tenha sido ainda de curta duração, limitando-se a conclusão da primeira missão e parte da segunda, podemos desde já confirmar que o GRAW2 facilmente se torna um título que será revisitado com séria frequência, que nos impele a avançar mais e nos envolve com grande facilidade.
Favor:
- bons gráficos e boa performance
- bom desempenho
- facilidade de emissão de comandos aos soldados
Contra:
- limitações de movimento
- tema repetitivo
No nível normal de AI é inicialmente muito fácil de abater os alvos pretendidos, embora seja de supor que a dificuldade seja progressiva com o evoluir dos cenários. No entanto será sempre possível optar por níveis de dificuldade acrescida.
Mas mesmo neste primeiro nível os soldados AI procuram reposicionar-se e esquivar-se de forma a dificultarem-nos a vida, como pormenores como mergulharem para zona de cobertura na tentativa de evitares os nossos disparos.
Os soldados Ghost mostram uma boa iniciativa, sendo capazes de dar cobertura e seleccionar e atacar os alvos mais críticos, sem que tal implique a emissão de ordens de forma contínua.
O nosso soldado mostra algumas limitações de movimento, não sendo possível ultrapassar pequenos obstáculos, que nos obrigam, por vezes, a ter que efectuar percursos de vários metros para poder os poder transpor. Também não foi possível subir a torres de vigia o que daria uma visão panorâmica privilegiada em diversas situações.
Em termos gráficos nota-se uma melhoria face ao GRAW inicial mas embora o ambiente seja visualmente cativante denota algum distanciamento relativamente aos FPS a serem lançados brevemente. Temos disponíveis efeitos HDR, boa volumetria de explosões e fumo e embora a palete de cores utilizada seja um pouco monocromática os gráficos não decepcionam ainda que também não sejam referenciais.
A performance gráfica está também ela em muito bom nível. Com todas as opções no máximo dos settings, a resolução a 1680x1050, 4x Antia-Aliasing e 16xAnisotropic, com a frame rate mantem uma solidez muito boa, oscilando entre as 70 e as 80 frames, indo, com alguma frequência, para valores superiores.
Os efeitos sonoros também se mostram bem conseguidos mas nota-se a falta de efeitos DSP que, certamente, aumentariam a envolvência nas situações de maior acção.
Embora este primeiro contacto tenha sido ainda de curta duração, limitando-se a conclusão da primeira missão e parte da segunda, podemos desde já confirmar que o GRAW2 facilmente se torna um título que será revisitado com séria frequência, que nos impele a avançar mais e nos envolve com grande facilidade.
Favor:
- bons gráficos e boa performance
- bom desempenho
- facilidade de emissão de comandos aos soldados
Contra:
- limitações de movimento
- tema repetitivo
Luis Branco - Julho de 2007
Podem encontrar a parte II e parte III desta review aqui: Parte II e Parte III.
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